O filme é bom? É bom. As mulheres do filme são boas? Excelentes. Um filme do famoso agente inglês da MI6 não é nada sem as bond girls. É como uma fila de supermercado sem caixas e caixas de Trident ao seu lado. É como uma cerveja sem um filé aperitivo mergulhado na manteiga. Um filme do 007 sem as bond girls é como uma mulher com uma bunda cheia sem as minhas mãos sobre elas-- mesmo que seja apenas na minha imaginação. O filme está repleto. Uma mais tesuda do que a outra. Gostei muito da maneira como o diretor de fotografia do filme iluminou as coxas da espiã russa do filme. Se existisse Oscars para iluminação de coxa farta de espiã russa, ponto para ela. O enredo é um pouco confuso, mas se você der um desconto, acaba por achar que entendeu. O que acontece entre o Bond e as duas bond girls do filme, é muito mais claro. O fera come as duas. A primeira, uma agente inglesa, ele come pois sabemos ao ver ela debaixo dos lençois. A segunda, a russa, ele não come no filme, mas com certeza vai comer depois. O diretor do filme, astuto, soube deixar isto claro numa cena chave do filme no final. Calma, não vou entregar aqui o final do filme. Apenas deixarei a certeza que depois que sobem os letreiros, o 007 vai comer quem ele não comeu no filme. Isso é óbvio. E fica aqui o crédito pela atuação do ator Daniel Craig, que com apenas um levantar de sobrancelha deixa claro que está ali para atuar forte. Se existir um Oscar para levantar de sobrancelha que diz: "Fica esperta que eu vou te pegar, ele pode ganhar." Portanto, vá ao cinema. E fica a minha dica, preste atenção na cena em que a espiã russa é jogada contra o chão de um barco durante uma perseguição, quase dá para ver o torso nu dela.
**** 1/2
domingo, 9 de novembro de 2008
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