domingo, 9 de novembro de 2008

O Homem de Ferro em DVD

Pelo título é óbvio que estamos a falar de um sujeito pronto para pular na cama--e fazer o vai e vem, o papai-mamãe, o rala e rola, o "pula aqui meu doce." O estúdio americano não economizou na mensagem subliminar. Homem de Ferro é uma metáfora sobre o estado de um sujeito ao ver uma mulher completamente despida. Neste caso, aquele bombom, a Gwyneth Paltrow-- a única mulher do mundo com o nome tão difícil de escrever quanto de falar. Bom, mas voltemos ao filme. O Homem de Ferro quer comer, ou fazer amor, com a Miss. Pepper, personagem que circula pelo filme em saias justas. Primeiro, para deixar ela com ciúmes e testar o ferro, o homem do título do filme leva para a cama a repórter. Que, obviamente está apenas no filme para ir para a cama com o homem de ferro. Pronto, após testar a repórter, o herói parte para umas duas horas de tiros e vôos rasantes-- não para salvar o mundo. Mas, é claro, instigar o sexo feminino, neste caso, a Miss. Pepper. O enredo do filme possui uma temática muito conhecida entre nós. O mocinho contra o vilão. O final feliz. E pronto. Se você deve assistir? Diria que sim. Menos pelos efeitos especiais. Mais pela maestria em que o diretor consegue colocar na tela a busca do homem de ferro pela mulher frágil. Os opostos que se atraem. A beleza da linguagem dos dois sexos que duelam com olhares melosos durante quase duas horas de película, para culminar com uma tensão quase explosiva, e sexual, é claro ao final do filme. Toda aquela cena com as explosões, e efeitos especiais na cena de batalha final-- nada mais é do que a expressão, ou melhor, a ilustração do extâse da mulher e do homem. Nesta caso, de ferro. Já vi filmes pornô melhores, mais este quebra um bom galho. E, como você estará vendo o filme em dvd, use o o slow motion. Não, use o frame by frame para explorar os cinco dedos de coxa da Gwyneth Paltrow quando ela circula pela sala do Homem de Ferro. Se dessem Oscars para cinco dedos de coxa, a moça com o nome mais difícil de falar do que escrever do cinema, estaria entre as indicadas.

***1/2

O novo filme do 007.

O filme é bom? É bom. As mulheres do filme são boas? Excelentes. Um filme do famoso agente inglês da MI6 não é nada sem as bond girls. É como uma fila de supermercado sem caixas e caixas de Trident ao seu lado. É como uma cerveja sem um filé aperitivo mergulhado na manteiga. Um filme do 007 sem as bond girls é como uma mulher com uma bunda cheia sem as minhas mãos sobre elas-- mesmo que seja apenas na minha imaginação. O filme está repleto. Uma mais tesuda do que a outra. Gostei muito da maneira como o diretor de fotografia do filme iluminou as coxas da espiã russa do filme. Se existisse Oscars para iluminação de coxa farta de espiã russa, ponto para ela. O enredo é um pouco confuso, mas se você der um desconto, acaba por achar que entendeu. O que acontece entre o Bond e as duas bond girls do filme, é muito mais claro. O fera come as duas. A primeira, uma agente inglesa, ele come pois sabemos ao ver ela debaixo dos lençois. A segunda, a russa, ele não come no filme, mas com certeza vai comer depois. O diretor do filme, astuto, soube deixar isto claro numa cena chave do filme no final. Calma, não vou entregar aqui o final do filme. Apenas deixarei a certeza que depois que sobem os letreiros, o 007 vai comer quem ele não comeu no filme. Isso é óbvio. E fica aqui o crédito pela atuação do ator Daniel Craig, que com apenas um levantar de sobrancelha deixa claro que está ali para atuar forte. Se existir um Oscar para levantar de sobrancelha que diz: "Fica esperta que eu vou te pegar, ele pode ganhar." Portanto, vá ao cinema. E fica a minha dica, preste atenção na cena em que a espiã russa é jogada contra o chão de um barco durante uma perseguição, quase dá para ver o torso nu dela.


**** 1/2